Terrenos baldios e entulhos estão na mira de vereadores | Imprimir |
Comunidade
Escrito por Guairacá.net   
Qua, 17 de Agosto de 2011 13:31

O estado de abandono em que se encontram muitos terrenos particulares e a grande quantidade de entulhos e móveis jogados pelas ruas da cidade tem sido motivo de críticas dos vereadores.

Nas duas últimas sessões do Legislativo foram aprovados dois requerimentos pedindo providências para este problema. Em um deles, o vereador Renaldo Pereira da Silva pede que a prefeitura mobilize o setor de serviços públicos para retirar objetos como móveis e estofados depositados nas ruas da cidade. “Existe muito disso em Mandaguari. Em todos os bairros nos deparamos com móveis jogados. Temos que tomar providências para limpar esses locais e também para evitar que os objetos cumulem água e contribuam para a proliferação do mosquito da dengue”, alertou. Renaldo lembrou ainda que é preciso oferecer meios para que a população possa descartar esses objetos de maneira correta.

Na sessão dessa segunda-feira, dia 15, os vereadores Alécio Bento da Silva Filho, Marco Alípio Costa e Sebastião Roque fizeram outro requerimento pelo qual pedem que a Copel seja notificada para proceder a limpeza e o calçamento em volta do terreno de sua propriedade existente no cruzamento das ruas Nilo Cairo e Luiz Trintinália. Segundo Marco Alípio, diante do estado de abandono do terreno, os moradores daquelas imediações estão cobrando providências. “É uma vergonha aquela situação. A Copel é uma empresa que tem dinheiro e deve manter aquele local em boas condições”, ressaltou.

Alécio Bento da Silva, presidente da Câmara, também compartilha dessa ideia. Segundo ele é obrigação da companhia manter aquele espaço limpo e com calçada. O presidente também defende que o terreno em questão seja devolvido ao município, pois não tem nenhuma utilidade para a Copel. “É um espaço que pode ter muita serventia para o município, mas que hoje não passa de um depósito de lixo a céu aberto”, afirma.

O vereador Roque lembrou que essa situação persiste há muitos anos sem que os responsáveis tomem providências. Roque disse ainda que esse problema se repete em praticamente toda a cidade e cobrou do Executivo que coloque em prática a lei municipal que autoriza o poder público a efetuar a limpeza e lançar a cobrança no carnê do IPTU. “Não é possível andar na cidade e ver tantos terrenos tomados pelo mato. Existe uma lei para coibir isso e é preciso que o Executivo a coloque em prática”, afirmou.

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